Entendo a discricionariedade do futuro presidente Bolsonaro em não conceder o indulto aos presos; todavia, existem apenados de baixíssimo grau de periculosidade, os ditos "ladrões de galinha", os quais estão presos por crimes ínfimos, mas convivendo na faculdade do crime (penitenciárias), junto com detentos perigosos e verdadeiros criminosos. Acredito que cada caso deveria ser analisado para a concessão desse benefício, e não generalizar para todos os presos.